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quinta-feira, 22 de março de 2018

Postagem difamatória em grupo de rede social vira caso de polícia em Itaituba.


Trocar mensagens instantâneas por aplicativos como WhatsApp ou Messenger é rotina para muitos brasileiros.

Este crescente fenômeno, implicou em reflexos da Justiça, que, atenta às novas formas de comunicação, tem aceito, cada vez mais, todos estes tipos de registros nas redes sociais como meio de prova em processos, onde os mais recorrentes estão, exposição indevida, calúnia e difamação.

No último sábado (17), um integrante de um determinado grupo de WhatsApp de Itaituba fez uma postagem fazendo sérias acusações a dois Policiais Militares, sem qualquer tipo de prova.

O resultado foi que em pouco tempo o comentário chegou ao conhecimento dos policiais em forma de prints, que não pensaram duas vezes e no dia seguinte registraram um boletim de ocorrência na delegacia de polícia por calúnia e difamação, além da pessoa que fez o comentário, o administrador e proprietário do grupo, apesar de não ter conhecimento do caso, também foi submetido ao BO e responderão aos procedimentos judiciais. Uma audiência foi marcada no fórum da cidade e ambos deverão se fazer presente.


As redes sociais não é terra sem lei, por isso preste bastante atenção no que você comenta em grupos de WhatsApp ou qualquer outra rede social sem ter provas, você pode se prejudicar e acabar prejudicando outros.


“Cibercrimes”, “Crimes Cibernéticos”, “Crimes Digitais”, “Crimes Informáticos”, “Crimes Eletrônicos”, são termos para definir os delitos praticados contra ou por intermédio de computadores (dispositivos informáticos, em geral), importam nas menções às condutas de acesso não autorizado a sistemas informáticos, ações destrutivas nesses sistemas, a interceptação de comunicações, modificações de dados, infrações a direitos de autor, incitação ao ódio e descriminação, escárnio religioso, difusão de pornografia infantil, bullying, terrorismo, entre outros.

Em qualquer caso, é sempre importante que a vítima salve as provas do crime.


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